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Fimose e Postectomia

O prepúcio é a pele que recobre a cabeça do pênis(glande). A fimose ocorre quando essa pele impede a exposição da glande do pênis por conta de um anel fibroso que está presente no prepúcio.

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A grande maioria dos meninos nasce com essa fimose, e à medida que ocorre o crescimento das crianças, muitas dessas fimoses se afrouxam, permitindo a exposição da cabeça do pênis.

Como dito, a grande maioria dos meninos nascerá com uma aderência entre essa pele chamada prepúcio e glande do pênis. Essa é também a chamada “Fimose fisiológica”. Ela tende progressivamente a desaparecer ao longo do crescimento da criança, e deve ser acompanhada pelo médico, que é capaz de orientar sobre os cuidados básicos necessários para higiene local. Parece haver uma estabilização da melhora da aderência por volta dos três anos de idade.

Uma parte das crianças continuará com a incapacidade de expor a glande, recebendo assim o diagnóstico de Fimose patológica, mas também chamado apenas de Fimose.

Outra população que pode apresentar fimose são as pessoas que apresentam infecções repetidas na glande do pênis, chamadas balanopostites. Nesse caso o anel fibroso que estava ausente pode se formar e impedir a adequada exposição da glande, prejudicando a higiene e favorecendo novas infecções.

Quais são os problemas relacionados à fimose?

  • Dificuldades de higiene: os pacientes que apresentam fimose têm uma dificuldade natural em realizar a correta higiene da cabeça do pênis durante o banho. Nesse caso, pode ocorrer o acúmulo de uma secreção espessa e algo fétida chamada Esmegma.
  • Infecções urinárias e balanopostites: crianças que apresentam fimose persistente têm um risco aumentado de contrair infecções urinárias e balanopostites( infecções da glande do pênis) , justamente pela dificuldade de higiene local causada pela fimose.
  • Risco aumentado de Câncer: existem alguns estudos que sugerem que homens que apresentam fimose ou mesmo excesso de prepúcio têm um risco aumentado de apresentar Câncer de Pênis ao longo da vida
  • Doenças sexualmente transmissíveis: está provado que existe um risco aumentado de contágio de HIV e outras DST´s como HPV( cristas de galo), Tricomoníase e outras.

Qual o tratamento utilizado para fimoses?

O tratamento mais aceito, com maiores taxas de sucesso e menores taxas de complicações é a POSTECTOMIA. Existem cremes que podem ser aplicados na região do pênis como corticoesteróides, com taxa de sucesso muito menor e com recidiva frequente da fimose.

A postectomia é um procedimento cirúrgico realizado por um médico Urologista, que consiste em retirar o excesso de pele e o anel fibroso que recobrem o pênis e podem prejudicar sua exposição normal. O procedimento pode ser realizado em regime ambulatorial em adultos ou em uma curta internação hospitalar e anestesia geral no caso de crianças. Sua recuperação é rápida, com retorno normal às atividades em cerca de 3 a 5 dias.

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Existem algumas técnicas utilizadas para a realização da postectomia, a depender da experiência de seu cirurgião Urologista. Todas as técnicas apresentam um excelente resultado estético e funcional final.

A postectomia deve ser realizada em todas as crianças?

A postectomia deve ser realizada em pacientes com infecções urinárias ou balanopostites de repetição, fimose com dificuldade para higiene e paciente com dores às relações sexuais.

Existe uma grande discussão a respeito da realização de postectomia em todas as crianças nascidas,mesmo sem as indicações citadas acima em virtude da grande gama de benefícios trazidos por essa cirurgia. As opiniões médicas se dividem:

(clique sobre os hiperlinks para mais informações diretamente do site das sociedades)

Sociedade Canadense de Pediatria: “Os benefícios e os riscos da postectomia se equivalem, de modo que cabe aos pais decidirem sobre a realização do procedimento de rotina”.

Sociedade Americana de Pediatria: “Existem benefícios médicos claros da postectomia nos recém-nascidos, no entanto não existem evidencias fortes que recomendem a postectomia de rotina para todas as crianças.Em circunstâncias em que a realização ou não da cirurgia não afeta o bem-estar da criança, os pais devem decidir sobre a realização ou não do procedimento.”

Sociedade Brasileira de Urologia: “Sem dúvida, a intervenção cirúrgica não é necessária para todas as crianças com aderências bálano-prepuciais ou com prepúcio não retrátil. No entanto, cabe ao médico Urologista auxiliar os pais na tomada da decisão sobre a cirurgia”.

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A tomada da decisão da realização da postectomia nas crianças saudáveis, sem indicação formal deve ser tomada em conjunto com os pais e o médico urologista, baseado nas expectativas dos pais, na experiência do médico e com o uso da técnica correta, para a melhor tomada de decisão possível para a criança.